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Conclusão de TCC

Para escrever a Conclusão você deverá olhar o seu TCC do fim para o começo. Precisará olhá-lo como algo já concluído. É o inverso da Introdução. Enquanto na Introdução você olhará para o seu trabalho no futuro, como algo que ainda será executado, na Conclusão você olhará para tudo que já foi feito e juntará todas as informações para dizer aonde você chegou. Bem, você já deve ter escrito muitas conclusões, isso não é algo específico de um trabalho científico apenas. Mas, mesmo assim, veja o exemplo abaixo.

O que é mais correto usar: Conclusão ou Considerações Finais?

 

De forma resumida, o termo conclusão pode permitir um entendimento que a exploração daquele tema esgotou-se, que todos os meios foram analisadas e que essa é a conclusão única e final. Convenhamos que isso é bem difícil de fato ocorrer, os temas sempre tendem ser explorados em diferentes direções, conclusões diferentes conseguem ser tomadas. Por esse motivo que algumas instituições preferem o termo Considerações Finais.

É relevante definir se sua monografia utilizará o termo “Conclusão” ou “Considerações Finais”. Nota-se uma minúscula diferença entre os termos e dependendo da sua faculdade ou banca isso pode ser levado em consideração.

 

Para descobrir qual o termo mais indicado, procure alguma documentação oficial da faculdade e veja qual dos termos é utilizado. Leia da mesma forma trabalhos já entregues e aprovados de diversos outros alunos e principalmente fale com o seu professor orientador, fundamentado no resultado do seu projeto de conclusão ele poderá te ajudar a escolher.

 

Lembre-se de que toda pesquisa bem sucedida é fruto de um projeto sério e responsável, que deve ser projetado ponto por ponto, para que se alcancem os objetivos propostos. Cada decisão, cada ferramenta de coleta de dados, o caminho a ser percorrido na obtenção desses dados, tudo precisa ser minuciosamente calculado e testado. Já falei sobre isso, mas não custa repetir. Os acertos devem ser relatados com transparência e objetividade, assim também como os erros, que, de alguma forma, possam ter influenciado os resultados do trabalho. Os dados, categorias e padrões precisam se encaixar como na sequência de uma linha de investigação criminal, tudo precisa fazer sentido e estar dentro de uma dada lógica. Nada pode ser aleatório! Nada pode estar lá por estar! Precisa haver um sentido, uma relevância, enfim, um motivo para estar no trabalho.

 

EXEMPLO DE CONCLUSÃO:

 

Neste projeto partimos do pressuposto de que todo produto deve ser largamente conhecido no mercado antes que investimentos sejam feitos de forma mais efetiva. Segundo Fulano (2013), os produtos carecem de informação consistente de sua aceitação no mercado. Todo dinheiro deveria ser investido no conhecimento de um produto quanto a sua aceitação (BELTRANO, 2012). Dentro dessa concepção, desenvolvemos nossa pesquisa para investigar o produto X e concluímos, diante dos frutos apresentados, que ele tem boa aceitação, mas ainda está restrito a uma minúscula parcela do mercado.

 

 Eis aí um fragmento do que pode ser chamado de Conclusão! Esses exemplos foram dados apenas para fins didáticos e, embora sejam muito símplices, às vezes implicando em uma visão reducionista da questão, vale lembrar que foram usados para que tentássemos transpor o abismo que, muitas vezes, existe entre teoria e prática.